terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Juíz sentencia ladrão só com músicas dos Beatles!

Um juiz sentenciando um ladrão de cerveja que era fã de beatles usou 42 títulos de músicas dos beatles em seu veredicto. Andrew McCormack, 20, foi questionado pela corte se poderia recomendar qual deveria ser sua pena por roubou de cerveja.

Ele escreveu: “Como dizem os Beetles, Let It Be”. Mas sua sacada não impressionou Gregory Todd, um juíz de 56 anos de Montana. Num memorando da sentença, o juiz Todd primeiro corrigiu o erro ortográfico de McCormack e então deu uma verdadeira lição de discografia Beatles.
Ele respondeu: “Mr. McCormack, você admitiu culpa no caso de roubo. Para me ajudar na sentença eu reviso o relatório de investigação.

“Eu li com interesse a sessão contendo a declaração da defesa. Para a pergunta ‘Dê sua recomendação sobre o que acha que a corte deveria fazer neste caso', você disse, ‘Like the Beetles say Let It Be'.
“Como eu não vou explorar os aspectos epistemológicos ou ontológicos de sua resposta, eu direi Hey Jude, Do You Want to Know a Secret? A maior banda na história do rock se escreve B-e-a-t-l-e-s.

Eu interpreto o significado de sua resposta como sugestão de que não deveriam haver consequências por suas ações e eu deveria Let it Be para que você possa viver em Strawberry Fields Forever. Tal razão está Here, There and Everywhere. Não exige uma Magical Mystery Tour de interpretação para saber que The Word significa 'me deixe em paz. Eu acredito que nós possamos todos Come Together nesse sentido. Se nós fossemos olhar seus atos e Let It Be, eu estaria ignorando aquele Day in the Life de 21 de abril de 2006.

Evidentemente, naquela noite mais cedo você disse a si mesmo que I Feel Fine enquanto bebo cerveja. Depois, se você queria Money ou só tentava Act Naturally você se tornou The Fool on the Hill na North 27th Street. Como Mr Moonlight às 1.30am, você não Think for Yourself mas só se focou em I, Me, Mine.

Because você não pediu por Help, Wait por Something nem ouviu sua consciência dizendo Honey Don't, a vítima naquele dia estava Fixing a Hole no vidro da porte que você quebrou. Depois roubar um pack de 18 Old Milwaukee, você decidiu que era hora de Run For Your Life e Carry That Weight. Mas quando a vítima disse Baby it's You, a polícia respondeu I'll Get You e você teve que admitir pra ela que You Really Got a Hold on Me. Você não pôde Get Back pra casa por causa das Chains que eles puseram em você.

Embora você tivesse esperanças de que a polícia dissesse I Don't Want to Spoil the Party e We Can Work it Out, você ficou em Misery quando eles disseram que você era um Bad Boy. Quando a polícia te levou pra cadeira, você experimentou Something New quando eles disseram Hello Goodbye e você se tornou um Nowhere Man. Mais tarde quando você pensou no que fez você talvez tenha dito I'll Cry Instead. Agora você estava dizendo Let it Be ao invés de I'm a Loser. Como resultado de sua Hard Day's Night você está olhando para um Ticket to Ride naquela Long and Winding Road para o Deer Lodge. Ainda bem que você pode dizer agora e When I'm 64 que I Should Have Known Better."

Na sentença de McCormack ele recebeu uma ordem de prestar serviços comunitários.

Pra quem quiser ver em inglês: http://www.dailymail.co.uk/news/article-459804/Judge-cites-42-Beatles-songs-teach-beer-thief-lesson.html

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

IMATURIDADE

domingo, 17 de janeiro de 2010

Fight!!!

GATO NINJA

domingo, 27 de dezembro de 2009

Isso é o que dá querer usar o Papai Noel como desculpa!!



Eu ri mto...

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

É isso aí...

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Heróis e Natal

Hoje, ao falar com uma amiga no MSN (a Dayane), confidenciei sobre minhas melancolias sobre o Natal. Ela me fez pensar em muitas coisas, especialmente sobre as coisas boas que vêem junto de Noel.
Em uma certa época em minha igreja, o Pastor só faltava exorcizar o “bom velinho”, criticava todos que tinham sua imagem, todos que usavam da imagem dele para representar o Natal. Coisa pequena, perto de um mundo que tem tantas outras prioridades.
Penso na importância sociológica do Santa Claus, ele é o herói que melhor representa o espelho da sociedade mundial. Em qualquer sociedade do globo existe uma personalidade que se assemelhe ao Papai Noel. Em algumas partes do mundo ele se chama Sinterklass, outros, Père Noel, é também conhecido como Hoteiosho, Sonnerklass, Father Christmas, Jelly Belly, entre tantos.
O seu nome verdadeiro é Nicolau, que significa Vitorioso. Nasceu aproximadamente no ano 280 d.C., onde hoje é a Turquia. Estudou filosofia grega e doutrina cristã. Recebeu o título de Bispo de Myra. Foi reconhecido pela história como santo, no entanto, se meteu em diversas encrencas ao longo de sua vida, foi preso por pelo menos 3 vezes.
Nunca se casou (nessa época os clérigos não eram proibidos de casar). Mas, se compadeceu de um vizinho pobre que tinha 3 filhas e ajudava sempre a essas moças. Diz a história que ele ajudou as moças a juntarem dinheiro para pagar o dote para que pudessem se casar. São Nicolau dirigiu-se sorrateiramente até a casa do vizinho durante a noite e despejou um punhado de moedas de ouro pela janela a fim de que a filha mais velha conseguisse um marido. Fez o mesmo para as outras duas.
Essa história foi a semente que, regada ao longo dos anos, transformou-se na lenda do Papai Noel. A história propagou-se mais que a árvore de natal. O punhado de moedas transformou-se em um saco de moedas, ao invés de despejá-las pela janela despejava pela chaminé, e, ao invés de caírem no chão, caíam nas meias que as moças colocavam na lareira para secar. Ao longo dos anos seus atos e trajes tornaram-se cada vez mais sofisticados. A história dizia que o bispo usava os tradicionais trajes sacerdotais, era magro, tinha barba escura e personalidade discreta.
Em torno de 1300 alguém o pintou de barba branca, nos anos 1800 acresceu uma proeminente barriga e uma cesta de alimentos no braço. Depois vieram as botas pretas, traje vermelho e um gorro. Em meados do século XIX a cesta de alimento tornou-se um saco de brinquedos. Em 1931 passou a se parecer com uma garrafa de Coca-cola.
O Papai Noel reflete os sonhos dos povos do mundo inteiro, tornou-se a combinação de tudo o que almejamos: companheiro leal, amigo das crianças, um sábio, um pai bondoso, entre outros. Era o protótipo perfeito de um herói mundial, no entanto, ele frustra a mais humilde de nossas expectativas. Ele não está sempre conosco, ele vai embora, e demora pra voltar. Quando chega a conta dos presentes em Janeiro, ele não mais está. Quando chegam as provas de Abril ele não esta lá pra ajudar, nas gripes de Maio a Agosto ele não se encontra, no cansaço do mês de Outubro ainda falta muito tempo pra ele chegar, ou seja, ele não é Emanuel. Mesmo quando chega por meados de novembro até o dia 25 de Dezembro, ele traz os presentes mas, não leva muita coisa, não leva o mistério da morte, não leva o fardo de nossos erros, a ansiedade das nossas responsabilidades, ele é bondoso, afável e gracioso, mas, não trata de nossas feridas.
Nossos heróis geralmente são assim. Poderosos, perfeitos, infalíveis, mas, não estão por aí, sempre que precisamos. A sociedade glorifica as Madres Terezas, as Ladies Dianas, os Ayrton Sennas, Michael Jacksons, Elvis, Lennon, Chê, Marx ou Superman, são os heróis que ela mesmo produziu, mas que não conseguem salvar toda a humanidade porque a própria humanidade está deturpada, logo, os heróis que saem dela também são deturpados.
Por isso foi necessário que Deus enviasse o herói perfeito, não nos nossos moldes, mas nos Seus moldes. Esse sim teria poder de vencer a morte e salvar a humanidade, esse sim poderia curar as feridas da alma, esse herói poderia ser chamado de Emanuel... o Deus Conosco.

domingo, 29 de novembro de 2009

Porque as teclas do teclado não são em ordem alfabética?

Acredite se quiser, mas o teclado que usamos hoje - conhecido como QWERTY (por causa das primeiras letras na fileira superior, na mão esquerda) - foi escolhido por tornar a digitação mais lenta. Isso aconteceu porque as primeiras máquinas, de tecnologia rudimentar, travavam os tipos quando a datilografia era muito rápida. Quando o impressor americano Christopher Latham Sholes (1819 - 1890) inventou a máquina de escrever, em 1868, tentou ordenar as fileiras em ordem alfabética - como acontece na segunda fileira, onde temos uma sequência quase completa: DFGHJJKL.

As mudanças de posição foram feitas para forçar o datilógrafo a bater nas teclas numa velocidade adequada, sem embaralhar os tipos. Por isso, o E e o I, duas das letras mais freqüentes na lingua inglesa, foram retiradas da segunda fileira, a mais acessível. A letra A, outra das mais comuns, ficou relegada ao dedo mínimo esquerdo, o menos hábil de todos.

Em 1932, depois de 20 anos de estudo, August Dvorak, também americano, criou o teclado que leva o seu nome extremamente eficiente para língua inglesa: 3 000 palavras podem ser escritas com as letras da fileira principal (contra 50 no teclado QWERTY) e a mão direita é a mais usada, Alguns fabricantes chegaram a realizar competições entre os dois teclados para determinar qual era o melhor. Infelizmente, o datilógrafo que usou o QWERTY havia memorizado o teclado inteiro, enquanto o outro catava milho. Por conta disso, o QWERTY acabou se tornando padrão industrial e assim permanece até hoje.

Copiei do blog de RODRIGO TUBARAUM

sábado, 28 de novembro de 2009

O pior é que eu gostei mesmo do tio...

video

... o seu olhar no meu, o meu olhar no seu... poético pra caramba!!

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Agente 00Pombo

video

domingo, 22 de novembro de 2009

EU QUERO UMA ESCADA DESSAS

video

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Uma Loira - Por Fernando Gabeira


Dizem que o século XX acabou com a queda do Muro de Berlim. De um ponto de vista intelectual, o século XX está morrendo também com Claude Lévi Strauss. Dificilmente os jornais do século que virá darão tanto destaque a morte de um pensador. Talvez jornais e pensadores não serão abundantes no futuro.
Ele morreu num momento em que alunos da Uniban se revoltaram por causa de uma jovem loira de minissaia e quase botaram o prédio abaixo.
No passado, talvez os antropólogos se interessassem por esse curso de turismo e pelo resto da faculdade. Psicanalistas como Erich Fromm e Wilhelm Reich e a Escola de Frankfurt talvez pudessem achar algum estímulo nessa manifestação raivosa.
Um dos alunos em fúria afirmou que não queria ter essa mancha no seu diploma. Foi uma das frases mais interessantes. Que tipo de mancha estava se referindo? Ao ver seu diploma do curso de turismo da Uniban todos diriam: esta faculdade é aquela em que havia uma loira de pernas de fora.
No passado, adolescentes manchavam as calças. Supor que, ao longo dos anos, todos continuarão pensando nas pernas da moça, que a simples menção do nome Uniban trará a figura, talvez o próprio perfume da moça, é algo muito forte.
O medo que a imagem de uma loira com as pernas de fora os persigam ao longo de toda a carreira me faz lembrar aquela imagem de uma loira perseguindo os sonhos de um puritano no filme de Fellini. Ela tinha enormes seios e cantava: tome mais leite, o leite faz bem.
De uma certa forma, a psicanálise também perdeu terreno. Quem sabe a neurociência não tenha alguma fórmula para evitar o motim? Ou Ruy Barbosa com sua Oração aos Moços? Na Uniban, os tempos pedem colagens e não saias audaciosas. Eles entraram na história da sexualidade, num século que já não a estuda como antes.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

UM LÍDER NATO

video

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

SÉRIE: DESENHOS DA MINHA ÉPOCA

A CORRIDA MALUCA

video

Corrida Maluca - 1968
A Corrida Maluca ("Wacky Races") foi um desenho animado produzido pela Hanna-Barbera e lançado pela CBS americana, produzido entre 14 de setembro de 1968 a 5 de setembro de 1970, em um total de 34 episódios. Os competidores buscavam o título mundial de "Volante Mais Biruta do Mundo".
* Carro 00: A Máquina do Mal, pilotada por Dick Vigarista e por Muttley, seu companheiro canino, que tentam a todo o custo vencer fazendo todo o tipo de trapaças, mas sem nenhum êxito. Alguns anos mais tarde, o duo teve direito a um desenho animado solo chamado Máquinas Voadoras ("Dastardly & Muttley In Their Flying Machines").
* Carro 1: Os Irmãos Rocha, dois homens das cavernas num carro de pedra que lembra alguns carros da série "Os Flintstones". O design dos irmãos foi refeito anos mais tarde e deu origem ao Capitão Caverna ("Captain Caveman") e acabou batizando o nome de uma banda brasileira.
* Carro 2: O Coupé Assombrado, pilotado pelos Gruesome Twosome, era um carro cercado de fantasmas que parecia a junção de um carro antigo com uma torre de um castelo da Transilvânia que oculta no seu interior um dragão, uma serpente marinha e uma bruxa, entre muitas outras criaturas.
* Carro 3: O Carro Conversível era pilotado pelo Professor Aéreo, um cientista louco, com um grande senso de humor. Era visto como um rival de Dick Vigarista pois o seu carro possuía sempre uma invenção que permitia parar as armadilhas feitas por ele.
* Carro 4: A Lata Escarlate era um carro-avião vermelho pilotado pelo Barão Vermelho, que era baseado no Barão Vermelho, famoso aviador.
* Carro 5: O Gato Compacto era um carro guiado pela Penélope Charmosa. Era um carro rosa com linhas femininas que possuía várias engenhocas que ajudavam Penélope a manter-se bonita durante as corridas. Penélope teve direito a um desenho animado solo: Os Apuros de Penélope ("The Perils of Penelope Pitstop").
* Carro 6: O Carro Tanque, um carro híbrido, era a junção de um tanque e de um jipe pilotado pelo Sargento Bombarda e pelo Soldado Micas.
* Carro 7: O Bomba Bala era conduzido pela Quadrilha de Morte, um grupo de simpáticos gangsters. Participaram mais tarde no desenho animado "Os Apuros de Penélope".
* Carro 8: A Carroça à Vapor era conduzida pelo agricultor Tio Tomás e pelo covarde Chorão. Estes personagens foram baseados na Família Buscapé.
* Carro 9: O Turbo Terrífico era um dragster pilotado por Peter Perfeito, um perfeito cavalheiro. Porém, o seu carro passava a vida se desmontando, obrigando Peter a repará-lo constantemente, embora de vez em quando conseguisse se safar de algumas situações bastante bizarras devido ao desenho do seu carro.
* Carro 10: O Carro-Tronco era um carro de madeira com rodas que eram serras pilotado por Rufus, o Lenhador, e pelo seu escudeiro o castor Dentes-de-Serra.

Disponível na TVUOL.uol.com.br

sábado, 3 de outubro de 2009

TELEFONIA MÓVEL

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

GENÉTICA

ALÉM DO ESPELHO

Não preciso mais chorar
As lágrimas se misturaram com a chuva
E o vento
Sopra forte o meu ser
Direcionando os meus passos
Me sinto atraido.

Quem sabe além do espelho
Na outra metade do que eu nunca vi
Eu possa me reconhecer
Quem sabe além de mim mesmo,
Encontre a ausência que sempre senti.
Talvez eu perceba você.

Para nunca mais andar
Na confusão de olhar meus olhos
Tão tristes
As estrelas que contei
Não iluminam os meus segredos
E o medo.

Quem sabe além do espelho
Na outra metade do que eu nunca vi
Talvez eu perceba você.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

DIAS ASSIM...

DIAS ASSIM EU SINTO SUA FALTA, PENSO
NA POSSIBILIDADE DO SE,
NA DOR DO NÃO,
NA INFELICIDADE DA DUVIDA.

SEMPRE VOU AMAR VOCÊ

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Nove coisas sobre os Beatles que você deveria saber (mas tem vergonha de perguntar)

Essa matéria é do Vírgula.com

Luiz César Pimentel
Publicado em 09/09/2009 04:30:00

1) Com os loops da música Tomorrow Never Knows, do álbum Revolver, de 1966, eles anteciparam em 15 anos o que viria a ser conhecido como sample;

2) Em uma época em que as rádios padronizaram o single de três minutos, os Beatles sacaram Hey Jude, em 1968, que tinha 7 minutos e 12 segundos. Com o sucesso da música, as rádios entenderam que desde que a canção fosse boa, as pessoas iriam ouvi-la, o que quebrou o estigma anterior. Hey Jude é o single mais bem-sucedido da história dos Beatles, e só perde em tamanho para American Pie, de Don McLean, que supera oito minutos;

3) Em 2001 o aeroporto da cidade natal da banda passou a se chamar Liverpool John Lennon Airport;

4) O quarteto gravou a primeira música escondida da história (hidden track, que não está nos créditos e toca depois de um período de silêncio do disco, dando a impressão de que este já acabou). Foi no álbum Abbey Road, de 1969;

5) Depois do final da banda, em 1970, os integrantes (menos Ringo Starr) trocaram farpas via canções nos álbuns-solo. Paul McCartney gravou Too Many People, em 1971, sobre a presença constante de Yoko em tudo relativo aos Beatles nos momentos finais da banda. John Lennon devolveu com How Do You Sleep?, e a tradução do título (“Como você consegue dormir?”) diz tudo. George Harrison colocou lenha na fogueira com Sue You, Sue Me Blues (“Blues do 'me processa, te processo'”) em 1973;

6) McCartney foi assistir a um show de Jimi Hendrix três dias depois do lançamento de Sgt. Peppers’ Lonely Hearts Club Band, em Londres. O guitarrista deixou o baixista de queixo caído ao abrir a apresentação com a sua versão da música que batiza o disco dos Beatles;

7) O Fab Four foi o primeiro conjunto a abrir uma gravadora, a Apple Records. Depois, os Rolling Stones copiaram (Rolling Stones). Led Zeppelin (Swan Song), Elton John (Rocket), Emerson, Lake & Palmer (Manticore) e até Madonna (Maverick) seguiram a trilha;

8) O Concert for Bangladesh, organizado por Harrison em 1971, com a presença de estrelas convidadas como Bob Dylan e Eric Clapton, foi o primeiro evento desse tipo beneficente da história, e abriu caminho para outros como Anistia, Live Aid etc.;

9) Os vídeos de Paperback Writer e Rain, gravados em 1966, podem ser considerados os primeiros videoclipes da história.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

NOVO GTA DOS BEATLES

video

Divertidíssimo, mais interessante que o The Beatles Rockband.

A PIADA MAIS ENGRAÇADA DO MUNDO

Adoro o Monty Python, desde pequeno assistia um filme ou outro deles, mesmo sem conhecer direito a sua história. Depois que descobri que os caras eram patrocinados pelos Beatles, mais precisamente por George Harrison, nossa, aí sem chances de eu não querer conhecer tudo deles.

A influencia deles na comédia mundial é comparada sempre com a influencia dos Beatles na música. E são, na visão do próprio Harrison, a continuidade dos Beatles, visto que o grupo surgiu em 1969, ano em que os Beatles encerravam sua carreira.

O nome Monty Python foi escolhido porque eles o consideraram engraçado. No documentário Live at Aspen, de 1998, o grupo revelou como o nome foi escolhido. Monty veio em tributo a Lord Montgomery, um lendário general britânico da II Guerra Mundial. Python surgiu pois eles decidiram ter uma palavra que também soasse evasiva, e essa pareceu perfeita. Alguns acreditam[carece de fontes] que Monty Bodkin, nome de um personagem em vários livros de humor de P. G. Wodehouse, pode ter servido de inspiração.

Em uma enquete de 2005 para escolher O Comediante dos Comediantes realizada pela emissora britânica Channel 4, três dos seis integrantes do Monty Python foram incluídos entre os 50 maiores humoristas. Michael Palin ficou em trigésimo, Eric Idle em vigésimo-primeiro e John Cleese em segundo lugar, sendo superado apenas por Peter Cook.



O vídeo AQUI é sobre a piada mais engraçada do mundo, vale a pena conferir, é muito bom.

Vou pesquisar mais sobre eles e estarei postando outras curiosidades.

sábado, 5 de setembro de 2009

"QUASE" Famosa...

Recebi um comentário muito delicado e educado da verdadeira autora do texto que postei abaixo, Quase, a história dela e de seu texto é muito interessante e vale a pena conferir AQUI.

Tudo de bom pra ti Sarah, e espero que seus próximos textos façam tanto ou mais sucesso que este.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Artistas respondem: quem não gosta de Beatles?

“São os melhores, o resto é palhaçada”, diz Milton Nascimento.
Para Zélia Duncan, é impossível viver sem eles.

Veja aqui o vídeo com as entrevistas dos artistas!

Os números impressionam. Mais de dois bilhões de cópias de sua música foram vendidas em todo o mundo, entre LPs, cassetes, EPs, compactos, CDs e DVDs. Isso sem contar outros milhões de downloads não autorizados pela internet, material não-oficial e registros inéditos que circulam entre fãs ao redor do planeta. Quase 30 canções atingiram o primeiro lugar nas paradas de sucesso apenas nos Estados Unidos. Artistas de várias gerações gravam e regravam seus sucessos há mais de 40 anos. Será que com todo esse retrospecto, ainda existe alguém que afirme não gostar dos Beatles?

“Diria que quem nega os Beatles totalmente é quase um E.T.”, afirma o jornalista e beatlemaníaco Geneton Moraes Neto que, por ossos do ofício, já esteve diante de Paul McCartney, George Martin, o ex-produtor da banda e considerado quinto beatle, e Pete Best, primeiro baterista, porém substituído por Ringo Starr no início da trajetória artística dos ingleses.

Para o cantor e compositor Milton Nascimento, “são os melhores músicos, com as melhores músicas e gravações de todos os tempos, e o resto é palhaçada”. Mas ele, que no início dos anos 70 reverenciou os Beatles na canção “Para Lennon e McCartney”, de Lô Borges, Márcio Borges e Fernando Brant, confessa que conhece “uma ou duas pessoas” que não gostam da banda. “Graças a Deus, não me lembro quem são”, comenta.

“Não sei como uma pessoa consegue viver sem Beatles, mas tudo bem”, lamenta a cantora e compositora Zélia Duncan, que também diz conhecer um notório músico brasileiro nada identificado com o som dos rapazes de Liverpool. Talvez o mais correto seria afirmar que todos, até mesmo os que não gostam, sofreram algum tipo de influência daqueles que são considerados, por público e crítica, o maior conjunto musical do século XX.

“Só não gosta, quem nunca ouviu. Porque nem aqueles que conhecem alguma canção, ou mesmo tiveram raiva do comportamento ou do cabelo daqueles músicos, escaparam do choque daquela música”, justifica o cearense Fagner. Quem ousa discordar de uma turma dessas?

terça-feira, 1 de setembro de 2009

QUASE

- Quase do Luis Fernando Veríssimo, mas é da Sarah Westphal.

Ainda pior que a convicção do não, a incerteza do talvez é a desilusão de um "quase". É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi. Quem quase ganhou ainda joga, quem quase passou ainda estuda, quem quase morreu está vivo, quem quase amou não amou. Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances que se perdem por medo, nas ideias que nunca sairão do papel por essa maldita mania de viver no outono.
Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna; ou melhor, não me pergunto, contesto. A resposta eu sei de cor, está estampada na distância e frieza dos sorrisos, na frouxidão dos abraços, na indiferença dos "Bom dia", quase que sussurrados. Sobra covardia e falta coragem até pra ser feliz. A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai. Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a alegria e a dor, sentir o nada, mas não são. Se a virtude estivesse mesmo no meio termo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados e o arco-íris em tons de cinza. O nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si.
Não é que fé move montanhas, nem que todas as estrelas estejam ao alcance, para as coisas que não podem ser mudadas resta-nos somente paciência, porém, preferir a derrota prévia à dúvida da vitória é desperdiçar a oportunidade de merecer. Pros erros há perdão; pros fracassos, chance; pros amores impossíveis, tempo. De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma. Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance. Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar. Desconfie do destino e acredite em você. Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu !!!

domingo, 30 de agosto de 2009

JARS OF CLAY

video

sábado, 29 de agosto de 2009

OS VASOS SÃO DE BARRO *

Estou escrevendo especialmente para a Dayane (minha ex-aluna do 3o ano do Graciosa)que queria saber um pouco da banda Jars of Clay. Essa banda, na minha opinião, é um dos melhores resultados de músicos do meio gospel dos últimos tempos. Bom, vamos para um pouco de história da banda:


Jars of Clay é uma banda de rock formada no Greenville College, em Greenville, Illinois, Estados Unidos. A banda é reconhecida pela mistura singular de música pop, folk, rock, música eletrônica e música erudita, bem como pela belíssima maneira de transmitir a Fé Cristã, por via de ricas e poéticas letras. Seus membros são Dan Haseltine, Charlie Lowell, Stephen Mason and Matthew Odmark. A banda não possui um baterista e baixista fixos, logo, os lugares têm sido preenchidos por amigos em apresentações ao vivo ou gravações.


O nome da banda é uma referência ao texto bíblico da Segunda Epístola de Paulo aos Coríntios, Capítulo 4, Versículo 7, conforme segue abaixo, em português e inglês, na Nova Versão Internacional:
"Mas temos esse tesouro em vasos de barro, para mostrar que este poder que a tudo excede provém de Deus e não de nós."
"But we have this treasure in jars of clay to show that this all-surpassing power is from God and not from us."
Esse verso é cantado na canção "Four Seven", escondida ao final do primeiro álbum da banda, aproximadamente aos 5m50s da última canção, "Blind".

DISCOGRAFIA:

1995 - Jars of Clay
1997 - Much Afraid
1999 - If I Left the Zoo
2002 - The Eleventh Hour
2003 - Furthermore: From the Studio, From the Stage
2003 - Who We Are Instead
2005 - Redemption Songs
2006 - Good Monsters
2007 - Christmas Songs
2009 - The Long Fall Back To Earth

Clique aqui pra acessar o site oficial da banda.

Flood

Liquid

Drummer Boy



* Acho que o nome da banda já diz tudo... até mesmo de como me sinto. O vaso é de barro, mas o oleiro é poderoso.

domingo, 23 de agosto de 2009

GUERRAS E SALSICHAS

Este texto é do meu amigo Paulo Purim e está orginalmente postado em seu sítio Bacia das Almas, vale a pena fuçar o conteúdo. Tomei apenas a liberdade de trocar o título por uma questão de... sei lá, achei mais interessante!

A importação da guerra
Por PAULO BRABO


Aqui no Brasil, como é notório, devemos nosso idioma e grande parte da nossa cultura ao mundo de fala latina do Império Romano. Somos filhos dos césares, dos papas e dos gladiadores, e falamos quase literalmente a sua língua.

Mas as palavras são marinheiros promíscuos que deixam às vezes mais de um filho em cada porto. Nos seus embates freqüentes com o mundo latino, os loiros germanos (que ocupavam a Europa central e provocavam constantemente as fronteiras do Império Romano) desovaram entre nossos antepassados uma palavra que alastrou-se como vírus, acabou desbancando o termo latino original e atravessou os séculos para acomodar-se impunemente nas nossas manchetes. A palavra-vírus era werra – que acabou gerando, por linhas tortas, tanto o nosso “guerra” quanto o inglês “war”.

No quinto ou sexto século depois de Cristo o sonoro werra, da raiz indo-européia para “confusão, mistura, discórdia, revolta”, já havia derrubado no latim vulgar o termo latino para guerra – bellum, cuja influência entre nós limita-se a correlatos eruditos como bélico, belicoso e belicismo.

Ignoramos os verdadeiros motivos que levaram os latinos a abandonarem o nativo bellum em favor do importado werra. Alguns supõem que tenha sido a competição desleal de outro termo latino de som semelhante mas significado muito diverso: bellus, “bonito,” que sobreviveu no nosso “belo”. Na disputa entre as marcas, bellus se perpetuou e bellum conformou-se em ressuscitar sob outro nome de fantasia – para que não caíssemos talvez na fria de imaginar que há algo de belo a respeito de bellum/guerra. Werra possuía a vantagem adicional, penso eu, de ter (ao contrário do pedante bellum) vocação para grito de guerra; não é difícil imaginar um exército de germanos despencando-se na direção da câmera com macetes nas mãos e a palavra nos lábios.

Em português arcaico dizia-se, significativamente, güerra, pronúncia que sobrevive no italiano guerra. O inglês entrou na ciranda a partir do século XII, tendo sindo contaminado pelo francês arcaico werre, que se materializaria em war para os ingleses e guerre para os franceses. Curiosamente, a raiz sobrevive em alemão apenas em termos como wirr, “turbulento, labiríntico, confuso” e wurst, “salsicha” – pela denotação de “mistura”.

O que me faz lembrar que as guerras são como salsichas. Para você engolir é melhor não saber como são feitas.

sábado, 22 de agosto de 2009

PANDEMIA

Acho que vale a pena observar os OUTROS lados da moeda!!! video

terça-feira, 18 de agosto de 2009

MAIS UMA DO MAYER

No Memorial à Michael Jackson, John Mayer deu um show com sua guitarra...
video

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

HINO AO AMOR

Que o amor cresça sempre em graça e força
E ultrapasse os portais do coração
Seja ouvido, seja visto alem dos olhos,
Seja mais, muito mais do que a razão
Que o amor fale sempre de esperança
Mesmo se tudo sugerir que não
Que ele mostre sempre onde existe um porto
Pois o amor é bem mais que emoção!