quarta-feira, 25 de novembro de 2009
domingo, 22 de novembro de 2009
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Uma Loira - Por Fernando Gabeira

Dizem que o século XX acabou com a queda do Muro de Berlim. De um ponto de vista intelectual, o século XX está morrendo também com Claude Lévi Strauss. Dificilmente os jornais do século que virá darão tanto destaque a morte de um pensador. Talvez jornais e pensadores não serão abundantes no futuro.
Ele morreu num momento em que alunos da Uniban se revoltaram por causa de uma jovem loira de minissaia e quase botaram o prédio abaixo.
No passado, talvez os antropólogos se interessassem por esse curso de turismo e pelo resto da faculdade. Psicanalistas como Erich Fromm e Wilhelm Reich e a Escola de Frankfurt talvez pudessem achar algum estímulo nessa manifestação raivosa.
Um dos alunos em fúria afirmou que não queria ter essa mancha no seu diploma. Foi uma das frases mais interessantes. Que tipo de mancha estava se referindo? Ao ver seu diploma do curso de turismo da Uniban todos diriam: esta faculdade é aquela em que havia uma loira de pernas de fora.
No passado, adolescentes manchavam as calças. Supor que, ao longo dos anos, todos continuarão pensando nas pernas da moça, que a simples menção do nome Uniban trará a figura, talvez o próprio perfume da moça, é algo muito forte.
O medo que a imagem de uma loira com as pernas de fora os persigam ao longo de toda a carreira me faz lembrar aquela imagem de uma loira perseguindo os sonhos de um puritano no filme de Fellini. Ela tinha enormes seios e cantava: tome mais leite, o leite faz bem.
De uma certa forma, a psicanálise também perdeu terreno. Quem sabe a neurociência não tenha alguma fórmula para evitar o motim? Ou Ruy Barbosa com sua Oração aos Moços? Na Uniban, os tempos pedem colagens e não saias audaciosas. Eles entraram na história da sexualidade, num século que já não a estuda como antes.
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sexta-feira, 30 de outubro de 2009
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
SÉRIE: DESENHOS DA MINHA ÉPOCA
A CORRIDA MALUCA

Corrida Maluca - 1968
A Corrida Maluca ("Wacky Races") foi um desenho animado produzido pela Hanna-Barbera e lançado pela CBS americana, produzido entre 14 de setembro de 1968 a 5 de setembro de 1970, em um total de 34 episódios. Os competidores buscavam o título mundial de "Volante Mais Biruta do Mundo".
* Carro 00: A Máquina do Mal, pilotada por Dick Vigarista e por Muttley, seu companheiro canino, que tentam a todo o custo vencer fazendo todo o tipo de trapaças, mas sem nenhum êxito. Alguns anos mais tarde, o duo teve direito a um desenho animado solo chamado Máquinas Voadoras ("Dastardly & Muttley In Their Flying Machines").
* Carro 1: Os Irmãos Rocha, dois homens das cavernas num carro de pedra que lembra alguns carros da série "Os Flintstones". O design dos irmãos foi refeito anos mais tarde e deu origem ao Capitão Caverna ("Captain Caveman") e acabou batizando o nome de uma banda brasileira.
* Carro 2: O Coupé Assombrado, pilotado pelos Gruesome Twosome, era um carro cercado de fantasmas que parecia a junção de um carro antigo com uma torre de um castelo da Transilvânia que oculta no seu interior um dragão, uma serpente marinha e uma bruxa, entre muitas outras criaturas.
* Carro 3: O Carro Conversível era pilotado pelo Professor Aéreo, um cientista louco, com um grande senso de humor. Era visto como um rival de Dick Vigarista pois o seu carro possuía sempre uma invenção que permitia parar as armadilhas feitas por ele.
* Carro 4: A Lata Escarlate era um carro-avião vermelho pilotado pelo Barão Vermelho, que era baseado no Barão Vermelho, famoso aviador.
* Carro 5: O Gato Compacto era um carro guiado pela Penélope Charmosa. Era um carro rosa com linhas femininas que possuía várias engenhocas que ajudavam Penélope a manter-se bonita durante as corridas. Penélope teve direito a um desenho animado solo: Os Apuros de Penélope ("The Perils of Penelope Pitstop").
* Carro 6: O Carro Tanque, um carro híbrido, era a junção de um tanque e de um jipe pilotado pelo Sargento Bombarda e pelo Soldado Micas.
* Carro 7: O Bomba Bala era conduzido pela Quadrilha de Morte, um grupo de simpáticos gangsters. Participaram mais tarde no desenho animado "Os Apuros de Penélope".
* Carro 8: A Carroça à Vapor era conduzida pelo agricultor Tio Tomás e pelo covarde Chorão. Estes personagens foram baseados na Família Buscapé.
* Carro 9: O Turbo Terrífico era um dragster pilotado por Peter Perfeito, um perfeito cavalheiro. Porém, o seu carro passava a vida se desmontando, obrigando Peter a repará-lo constantemente, embora de vez em quando conseguisse se safar de algumas situações bastante bizarras devido ao desenho do seu carro.
* Carro 10: O Carro-Tronco era um carro de madeira com rodas que eram serras pilotado por Rufus, o Lenhador, e pelo seu escudeiro o castor Dentes-de-Serra.
Disponível na TVUOL.uol.com.br
Corrida Maluca - 1968
A Corrida Maluca ("Wacky Races") foi um desenho animado produzido pela Hanna-Barbera e lançado pela CBS americana, produzido entre 14 de setembro de 1968 a 5 de setembro de 1970, em um total de 34 episódios. Os competidores buscavam o título mundial de "Volante Mais Biruta do Mundo".
* Carro 00: A Máquina do Mal, pilotada por Dick Vigarista e por Muttley, seu companheiro canino, que tentam a todo o custo vencer fazendo todo o tipo de trapaças, mas sem nenhum êxito. Alguns anos mais tarde, o duo teve direito a um desenho animado solo chamado Máquinas Voadoras ("Dastardly & Muttley In Their Flying Machines").
* Carro 1: Os Irmãos Rocha, dois homens das cavernas num carro de pedra que lembra alguns carros da série "Os Flintstones". O design dos irmãos foi refeito anos mais tarde e deu origem ao Capitão Caverna ("Captain Caveman") e acabou batizando o nome de uma banda brasileira.
* Carro 2: O Coupé Assombrado, pilotado pelos Gruesome Twosome, era um carro cercado de fantasmas que parecia a junção de um carro antigo com uma torre de um castelo da Transilvânia que oculta no seu interior um dragão, uma serpente marinha e uma bruxa, entre muitas outras criaturas.
* Carro 3: O Carro Conversível era pilotado pelo Professor Aéreo, um cientista louco, com um grande senso de humor. Era visto como um rival de Dick Vigarista pois o seu carro possuía sempre uma invenção que permitia parar as armadilhas feitas por ele.
* Carro 4: A Lata Escarlate era um carro-avião vermelho pilotado pelo Barão Vermelho, que era baseado no Barão Vermelho, famoso aviador.
* Carro 5: O Gato Compacto era um carro guiado pela Penélope Charmosa. Era um carro rosa com linhas femininas que possuía várias engenhocas que ajudavam Penélope a manter-se bonita durante as corridas. Penélope teve direito a um desenho animado solo: Os Apuros de Penélope ("The Perils of Penelope Pitstop").
* Carro 6: O Carro Tanque, um carro híbrido, era a junção de um tanque e de um jipe pilotado pelo Sargento Bombarda e pelo Soldado Micas.
* Carro 7: O Bomba Bala era conduzido pela Quadrilha de Morte, um grupo de simpáticos gangsters. Participaram mais tarde no desenho animado "Os Apuros de Penélope".
* Carro 8: A Carroça à Vapor era conduzida pelo agricultor Tio Tomás e pelo covarde Chorão. Estes personagens foram baseados na Família Buscapé.
* Carro 9: O Turbo Terrífico era um dragster pilotado por Peter Perfeito, um perfeito cavalheiro. Porém, o seu carro passava a vida se desmontando, obrigando Peter a repará-lo constantemente, embora de vez em quando conseguisse se safar de algumas situações bastante bizarras devido ao desenho do seu carro.
* Carro 10: O Carro-Tronco era um carro de madeira com rodas que eram serras pilotado por Rufus, o Lenhador, e pelo seu escudeiro o castor Dentes-de-Serra.
Disponível na TVUOL.uol.com.br
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sábado, 3 de outubro de 2009
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
ALÉM DO ESPELHO
Não preciso mais chorar
As lágrimas se misturaram com a chuva
E o vento
Sopra forte o meu ser
Direcionando os meus passos
Me sinto atraido.
Quem sabe além do espelho
Na outra metade do que eu nunca vi
Eu possa me reconhecer
Quem sabe além de mim mesmo,
Encontre a ausência que sempre senti.
Talvez eu perceba você.
Para nunca mais andar
Na confusão de olhar meus olhos
Tão tristes
As estrelas que contei
Não iluminam os meus segredos
E o medo.
Na outra metade do que eu nunca vi
Talvez eu perceba você.
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
DIAS ASSIM...
DIAS ASSIM EU SINTO SUA FALTA, PENSO
NA POSSIBILIDADE DO SE,
NA DOR DO NÃO,
NA INFELICIDADE DA DUVIDA.
SEMPRE VOU AMAR VOCÊ
NA POSSIBILIDADE DO SE,
NA DOR DO NÃO,
NA INFELICIDADE DA DUVIDA.
SEMPRE VOU AMAR VOCÊ
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Nove coisas sobre os Beatles que você deveria saber (mas tem vergonha de perguntar)
Essa matéria é do Vírgula.com
Luiz César Pimentel
Publicado em 09/09/2009 04:30:00
1) Com os loops da música Tomorrow Never Knows, do álbum Revolver, de 1966, eles anteciparam em 15 anos o que viria a ser conhecido como sample;
2) Em uma época em que as rádios padronizaram o single de três minutos, os Beatles sacaram Hey Jude, em 1968, que tinha 7 minutos e 12 segundos. Com o sucesso da música, as rádios entenderam que desde que a canção fosse boa, as pessoas iriam ouvi-la, o que quebrou o estigma anterior. Hey Jude é o single mais bem-sucedido da história dos Beatles, e só perde em tamanho para American Pie, de Don McLean, que supera oito minutos;
3) Em 2001 o aeroporto da cidade natal da banda passou a se chamar Liverpool John Lennon Airport;
4) O quarteto gravou a primeira música escondida da história (hidden track, que não está nos créditos e toca depois de um período de silêncio do disco, dando a impressão de que este já acabou). Foi no álbum Abbey Road, de 1969;
5) Depois do final da banda, em 1970, os integrantes (menos Ringo Starr) trocaram farpas via canções nos álbuns-solo. Paul McCartney gravou Too Many People, em 1971, sobre a presença constante de Yoko em tudo relativo aos Beatles nos momentos finais da banda. John Lennon devolveu com How Do You Sleep?, e a tradução do título (“Como você consegue dormir?”) diz tudo. George Harrison colocou lenha na fogueira com Sue You, Sue Me Blues (“Blues do 'me processa, te processo'”) em 1973;
6) McCartney foi assistir a um show de Jimi Hendrix três dias depois do lançamento de Sgt. Peppers’ Lonely Hearts Club Band, em Londres. O guitarrista deixou o baixista de queixo caído ao abrir a apresentação com a sua versão da música que batiza o disco dos Beatles;
7) O Fab Four foi o primeiro conjunto a abrir uma gravadora, a Apple Records. Depois, os Rolling Stones copiaram (Rolling Stones). Led Zeppelin (Swan Song), Elton John (Rocket), Emerson, Lake & Palmer (Manticore) e até Madonna (Maverick) seguiram a trilha;
8) O Concert for Bangladesh, organizado por Harrison em 1971, com a presença de estrelas convidadas como Bob Dylan e Eric Clapton, foi o primeiro evento desse tipo beneficente da história, e abriu caminho para outros como Anistia, Live Aid etc.;
9) Os vídeos de Paperback Writer e Rain, gravados em 1966, podem ser considerados os primeiros videoclipes da história.
Luiz César Pimentel
Publicado em 09/09/2009 04:30:00
1) Com os loops da música Tomorrow Never Knows, do álbum Revolver, de 1966, eles anteciparam em 15 anos o que viria a ser conhecido como sample;
2) Em uma época em que as rádios padronizaram o single de três minutos, os Beatles sacaram Hey Jude, em 1968, que tinha 7 minutos e 12 segundos. Com o sucesso da música, as rádios entenderam que desde que a canção fosse boa, as pessoas iriam ouvi-la, o que quebrou o estigma anterior. Hey Jude é o single mais bem-sucedido da história dos Beatles, e só perde em tamanho para American Pie, de Don McLean, que supera oito minutos;
3) Em 2001 o aeroporto da cidade natal da banda passou a se chamar Liverpool John Lennon Airport;
4) O quarteto gravou a primeira música escondida da história (hidden track, que não está nos créditos e toca depois de um período de silêncio do disco, dando a impressão de que este já acabou). Foi no álbum Abbey Road, de 1969;
5) Depois do final da banda, em 1970, os integrantes (menos Ringo Starr) trocaram farpas via canções nos álbuns-solo. Paul McCartney gravou Too Many People, em 1971, sobre a presença constante de Yoko em tudo relativo aos Beatles nos momentos finais da banda. John Lennon devolveu com How Do You Sleep?, e a tradução do título (“Como você consegue dormir?”) diz tudo. George Harrison colocou lenha na fogueira com Sue You, Sue Me Blues (“Blues do 'me processa, te processo'”) em 1973;
6) McCartney foi assistir a um show de Jimi Hendrix três dias depois do lançamento de Sgt. Peppers’ Lonely Hearts Club Band, em Londres. O guitarrista deixou o baixista de queixo caído ao abrir a apresentação com a sua versão da música que batiza o disco dos Beatles;
7) O Fab Four foi o primeiro conjunto a abrir uma gravadora, a Apple Records. Depois, os Rolling Stones copiaram (Rolling Stones). Led Zeppelin (Swan Song), Elton John (Rocket), Emerson, Lake & Palmer (Manticore) e até Madonna (Maverick) seguiram a trilha;
8) O Concert for Bangladesh, organizado por Harrison em 1971, com a presença de estrelas convidadas como Bob Dylan e Eric Clapton, foi o primeiro evento desse tipo beneficente da história, e abriu caminho para outros como Anistia, Live Aid etc.;
9) Os vídeos de Paperback Writer e Rain, gravados em 1966, podem ser considerados os primeiros videoclipes da história.
terça-feira, 8 de setembro de 2009
A PIADA MAIS ENGRAÇADA DO MUNDO
Adoro o Monty Python, desde pequeno assistia um filme ou outro deles, mesmo sem conhecer direito a sua história. Depois que descobri que os caras eram patrocinados pelos Beatles, mais precisamente por George Harrison, nossa, aí sem chances de eu não querer conhecer tudo deles.
A influencia deles na comédia mundial é comparada sempre com a influencia dos Beatles na música. E são, na visão do próprio Harrison, a continuidade dos Beatles, visto que o grupo surgiu em 1969, ano em que os Beatles encerravam sua carreira.
O nome Monty Python foi escolhido porque eles o consideraram engraçado. No documentário Live at Aspen, de 1998, o grupo revelou como o nome foi escolhido. Monty veio em tributo a Lord Montgomery, um lendário general britânico da II Guerra Mundial. Python surgiu pois eles decidiram ter uma palavra que também soasse evasiva, e essa pareceu perfeita. Alguns acreditam[carece de fontes] que Monty Bodkin, nome de um personagem em vários livros de humor de P. G. Wodehouse, pode ter servido de inspiração.
Em uma enquete de 2005 para escolher O Comediante dos Comediantes realizada pela emissora britânica Channel 4, três dos seis integrantes do Monty Python foram incluídos entre os 50 maiores humoristas. Michael Palin ficou em trigésimo, Eric Idle em vigésimo-primeiro e John Cleese em segundo lugar, sendo superado apenas por Peter Cook.
O vídeo AQUI é sobre a piada mais engraçada do mundo, vale a pena conferir, é muito bom.
Vou pesquisar mais sobre eles e estarei postando outras curiosidades.
A influencia deles na comédia mundial é comparada sempre com a influencia dos Beatles na música. E são, na visão do próprio Harrison, a continuidade dos Beatles, visto que o grupo surgiu em 1969, ano em que os Beatles encerravam sua carreira.
O nome Monty Python foi escolhido porque eles o consideraram engraçado. No documentário Live at Aspen, de 1998, o grupo revelou como o nome foi escolhido. Monty veio em tributo a Lord Montgomery, um lendário general britânico da II Guerra Mundial. Python surgiu pois eles decidiram ter uma palavra que também soasse evasiva, e essa pareceu perfeita. Alguns acreditam[carece de fontes] que Monty Bodkin, nome de um personagem em vários livros de humor de P. G. Wodehouse, pode ter servido de inspiração.
Em uma enquete de 2005 para escolher O Comediante dos Comediantes realizada pela emissora britânica Channel 4, três dos seis integrantes do Monty Python foram incluídos entre os 50 maiores humoristas. Michael Palin ficou em trigésimo, Eric Idle em vigésimo-primeiro e John Cleese em segundo lugar, sendo superado apenas por Peter Cook.
O vídeo AQUI é sobre a piada mais engraçada do mundo, vale a pena conferir, é muito bom.
Vou pesquisar mais sobre eles e estarei postando outras curiosidades.
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sábado, 5 de setembro de 2009
"QUASE" Famosa...
Recebi um comentário muito delicado e educado da verdadeira autora do texto que postei abaixo, Quase, a história dela e de seu texto é muito interessante e vale a pena conferir AQUI.
Tudo de bom pra ti Sarah, e espero que seus próximos textos façam tanto ou mais sucesso que este.
Tudo de bom pra ti Sarah, e espero que seus próximos textos façam tanto ou mais sucesso que este.
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Artistas respondem: quem não gosta de Beatles?
“São os melhores, o resto é palhaçada”, diz Milton Nascimento.
Para Zélia Duncan, é impossível viver sem eles.
Veja aqui o vídeo com as entrevistas dos artistas!
Os números impressionam. Mais de dois bilhões de cópias de sua música foram vendidas em todo o mundo, entre LPs, cassetes, EPs, compactos, CDs e DVDs. Isso sem contar outros milhões de downloads não autorizados pela internet, material não-oficial e registros inéditos que circulam entre fãs ao redor do planeta. Quase 30 canções atingiram o primeiro lugar nas paradas de sucesso apenas nos Estados Unidos. Artistas de várias gerações gravam e regravam seus sucessos há mais de 40 anos. Será que com todo esse retrospecto, ainda existe alguém que afirme não gostar dos Beatles?
“Diria que quem nega os Beatles totalmente é quase um E.T.”, afirma o jornalista e beatlemaníaco Geneton Moraes Neto que, por ossos do ofício, já esteve diante de Paul McCartney, George Martin, o ex-produtor da banda e considerado quinto beatle, e Pete Best, primeiro baterista, porém substituído por Ringo Starr no início da trajetória artística dos ingleses.
Para o cantor e compositor Milton Nascimento, “são os melhores músicos, com as melhores músicas e gravações de todos os tempos, e o resto é palhaçada”. Mas ele, que no início dos anos 70 reverenciou os Beatles na canção “Para Lennon e McCartney”, de Lô Borges, Márcio Borges e Fernando Brant, confessa que conhece “uma ou duas pessoas” que não gostam da banda. “Graças a Deus, não me lembro quem são”, comenta.
“Não sei como uma pessoa consegue viver sem Beatles, mas tudo bem”, lamenta a cantora e compositora Zélia Duncan, que também diz conhecer um notório músico brasileiro nada identificado com o som dos rapazes de Liverpool. Talvez o mais correto seria afirmar que todos, até mesmo os que não gostam, sofreram algum tipo de influência daqueles que são considerados, por público e crítica, o maior conjunto musical do século XX.
“Só não gosta, quem nunca ouviu. Porque nem aqueles que conhecem alguma canção, ou mesmo tiveram raiva do comportamento ou do cabelo daqueles músicos, escaparam do choque daquela música”, justifica o cearense Fagner. Quem ousa discordar de uma turma dessas?
Para Zélia Duncan, é impossível viver sem eles.
Veja aqui o vídeo com as entrevistas dos artistas!
Os números impressionam. Mais de dois bilhões de cópias de sua música foram vendidas em todo o mundo, entre LPs, cassetes, EPs, compactos, CDs e DVDs. Isso sem contar outros milhões de downloads não autorizados pela internet, material não-oficial e registros inéditos que circulam entre fãs ao redor do planeta. Quase 30 canções atingiram o primeiro lugar nas paradas de sucesso apenas nos Estados Unidos. Artistas de várias gerações gravam e regravam seus sucessos há mais de 40 anos. Será que com todo esse retrospecto, ainda existe alguém que afirme não gostar dos Beatles?
“Diria que quem nega os Beatles totalmente é quase um E.T.”, afirma o jornalista e beatlemaníaco Geneton Moraes Neto que, por ossos do ofício, já esteve diante de Paul McCartney, George Martin, o ex-produtor da banda e considerado quinto beatle, e Pete Best, primeiro baterista, porém substituído por Ringo Starr no início da trajetória artística dos ingleses.
Para o cantor e compositor Milton Nascimento, “são os melhores músicos, com as melhores músicas e gravações de todos os tempos, e o resto é palhaçada”. Mas ele, que no início dos anos 70 reverenciou os Beatles na canção “Para Lennon e McCartney”, de Lô Borges, Márcio Borges e Fernando Brant, confessa que conhece “uma ou duas pessoas” que não gostam da banda. “Graças a Deus, não me lembro quem são”, comenta.
“Não sei como uma pessoa consegue viver sem Beatles, mas tudo bem”, lamenta a cantora e compositora Zélia Duncan, que também diz conhecer um notório músico brasileiro nada identificado com o som dos rapazes de Liverpool. Talvez o mais correto seria afirmar que todos, até mesmo os que não gostam, sofreram algum tipo de influência daqueles que são considerados, por público e crítica, o maior conjunto musical do século XX.
“Só não gosta, quem nunca ouviu. Porque nem aqueles que conhecem alguma canção, ou mesmo tiveram raiva do comportamento ou do cabelo daqueles músicos, escaparam do choque daquela música”, justifica o cearense Fagner. Quem ousa discordar de uma turma dessas?
terça-feira, 1 de setembro de 2009
QUASE
- Quase do Luis Fernando Veríssimo, mas é da Sarah Westphal.
Ainda pior que a convicção do não, a incerteza do talvez é a desilusão de um "quase". É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi. Quem quase ganhou ainda joga, quem quase passou ainda estuda, quem quase morreu está vivo, quem quase amou não amou. Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances que se perdem por medo, nas ideias que nunca sairão do papel por essa maldita mania de viver no outono. Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna; ou melhor, não me pergunto, contesto. A resposta eu sei de cor, está estampada na distância e frieza dos sorrisos, na frouxidão dos abraços, na indiferença dos "Bom dia", quase que sussurrados. Sobra covardia e falta coragem até pra ser feliz. A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai. Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a alegria e a dor, sentir o nada, mas não são. Se a virtude estivesse mesmo no meio termo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados e o arco-íris em tons de cinza. O nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si. Não é que fé move montanhas, nem que todas as estrelas estejam ao alcance, para as coisas que não podem ser mudadas resta-nos somente paciência, porém, preferir a derrota prévia à dúvida da vitória é desperdiçar a oportunidade de merecer. Pros erros há perdão; pros fracassos, chance; pros amores impossíveis, tempo. De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma. Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance. Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar. Desconfie do destino e acredite em você. Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu !!!
Ainda pior que a convicção do não, a incerteza do talvez é a desilusão de um "quase". É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi. Quem quase ganhou ainda joga, quem quase passou ainda estuda, quem quase morreu está vivo, quem quase amou não amou. Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances que se perdem por medo, nas ideias que nunca sairão do papel por essa maldita mania de viver no outono. Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna; ou melhor, não me pergunto, contesto. A resposta eu sei de cor, está estampada na distância e frieza dos sorrisos, na frouxidão dos abraços, na indiferença dos "Bom dia", quase que sussurrados. Sobra covardia e falta coragem até pra ser feliz. A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai. Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a alegria e a dor, sentir o nada, mas não são. Se a virtude estivesse mesmo no meio termo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados e o arco-íris em tons de cinza. O nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si. Não é que fé move montanhas, nem que todas as estrelas estejam ao alcance, para as coisas que não podem ser mudadas resta-nos somente paciência, porém, preferir a derrota prévia à dúvida da vitória é desperdiçar a oportunidade de merecer. Pros erros há perdão; pros fracassos, chance; pros amores impossíveis, tempo. De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma. Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance. Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar. Desconfie do destino e acredite em você. Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu !!!
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domingo, 30 de agosto de 2009
sábado, 29 de agosto de 2009
OS VASOS SÃO DE BARRO *
Estou escrevendo especialmente para a Dayane (minha ex-aluna do 3o ano do Graciosa)que queria saber um pouco da banda Jars of Clay. Essa banda, na minha opinião, é um dos melhores resultados de músicos do meio gospel dos últimos tempos. Bom, vamos para um pouco de história da banda:
Jars of Clay é uma banda de rock formada no Greenville College, em Greenville, Illinois, Estados Unidos. A banda é reconhecida pela mistura singular de música pop, folk, rock, música eletrônica e música erudita, bem como pela belíssima maneira de transmitir a Fé Cristã, por via de ricas e poéticas letras. Seus membros são Dan Haseltine, Charlie Lowell, Stephen Mason and Matthew Odmark. A banda não possui um baterista e baixista fixos, logo, os lugares têm sido preenchidos por amigos em apresentações ao vivo ou gravações.
O nome da banda é uma referência ao texto bíblico da Segunda Epístola de Paulo aos Coríntios, Capítulo 4, Versículo 7, conforme segue abaixo, em português e inglês, na Nova Versão Internacional:
"Mas temos esse tesouro em vasos de barro, para mostrar que este poder que a tudo excede provém de Deus e não de nós."
"But we have this treasure in jars of clay to show that this all-surpassing power is from God and not from us."
Esse verso é cantado na canção "Four Seven", escondida ao final do primeiro álbum da banda, aproximadamente aos 5m50s da última canção, "Blind".
DISCOGRAFIA:
1995 - Jars of Clay
1997 - Much Afraid
1999 - If I Left the Zoo
2002 - The Eleventh Hour
2003 - Furthermore: From the Studio, From the Stage
2003 - Who We Are Instead
2005 - Redemption Songs
2006 - Good Monsters
2007 - Christmas Songs
2009 - The Long Fall Back To Earth
Clique aqui pra acessar o site oficial da banda.
Flood
Liquid
Drummer Boy
* Acho que o nome da banda já diz tudo... até mesmo de como me sinto. O vaso é de barro, mas o oleiro é poderoso.
Jars of Clay é uma banda de rock formada no Greenville College, em Greenville, Illinois, Estados Unidos. A banda é reconhecida pela mistura singular de música pop, folk, rock, música eletrônica e música erudita, bem como pela belíssima maneira de transmitir a Fé Cristã, por via de ricas e poéticas letras. Seus membros são Dan Haseltine, Charlie Lowell, Stephen Mason and Matthew Odmark. A banda não possui um baterista e baixista fixos, logo, os lugares têm sido preenchidos por amigos em apresentações ao vivo ou gravações.
O nome da banda é uma referência ao texto bíblico da Segunda Epístola de Paulo aos Coríntios, Capítulo 4, Versículo 7, conforme segue abaixo, em português e inglês, na Nova Versão Internacional:
"Mas temos esse tesouro em vasos de barro, para mostrar que este poder que a tudo excede provém de Deus e não de nós."
"But we have this treasure in jars of clay to show that this all-surpassing power is from God and not from us."
Esse verso é cantado na canção "Four Seven", escondida ao final do primeiro álbum da banda, aproximadamente aos 5m50s da última canção, "Blind".
DISCOGRAFIA:
1995 - Jars of Clay
1997 - Much Afraid
1999 - If I Left the Zoo
2002 - The Eleventh Hour
2003 - Furthermore: From the Studio, From the Stage
2003 - Who We Are Instead
2005 - Redemption Songs
2006 - Good Monsters
2007 - Christmas Songs
2009 - The Long Fall Back To Earth
Clique aqui pra acessar o site oficial da banda.
Flood
Liquid
Drummer Boy
* Acho que o nome da banda já diz tudo... até mesmo de como me sinto. O vaso é de barro, mas o oleiro é poderoso.
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domingo, 23 de agosto de 2009
GUERRAS E SALSICHAS
Este texto é do meu amigo Paulo Purim e está orginalmente postado em seu sítio Bacia das Almas, vale a pena fuçar o conteúdo. Tomei apenas a liberdade de trocar o título por uma questão de... sei lá, achei mais interessante!
A importação da guerra
Por PAULO BRABO
Aqui no Brasil, como é notório, devemos nosso idioma e grande parte da nossa cultura ao mundo de fala latina do Império Romano. Somos filhos dos césares, dos papas e dos gladiadores, e falamos quase literalmente a sua língua.
Mas as palavras são marinheiros promíscuos que deixam às vezes mais de um filho em cada porto. Nos seus embates freqüentes com o mundo latino, os loiros germanos (que ocupavam a Europa central e provocavam constantemente as fronteiras do Império Romano) desovaram entre nossos antepassados uma palavra que alastrou-se como vírus, acabou desbancando o termo latino original e atravessou os séculos para acomodar-se impunemente nas nossas manchetes. A palavra-vírus era werra – que acabou gerando, por linhas tortas, tanto o nosso “guerra” quanto o inglês “war”.
No quinto ou sexto século depois de Cristo o sonoro werra, da raiz indo-européia para “confusão, mistura, discórdia, revolta”, já havia derrubado no latim vulgar o termo latino para guerra – bellum, cuja influência entre nós limita-se a correlatos eruditos como bélico, belicoso e belicismo.
Ignoramos os verdadeiros motivos que levaram os latinos a abandonarem o nativo bellum em favor do importado werra. Alguns supõem que tenha sido a competição desleal de outro termo latino de som semelhante mas significado muito diverso: bellus, “bonito,” que sobreviveu no nosso “belo”. Na disputa entre as marcas, bellus se perpetuou e bellum conformou-se em ressuscitar sob outro nome de fantasia – para que não caíssemos talvez na fria de imaginar que há algo de belo a respeito de bellum/guerra. Werra possuía a vantagem adicional, penso eu, de ter (ao contrário do pedante bellum) vocação para grito de guerra; não é difícil imaginar um exército de germanos despencando-se na direção da câmera com macetes nas mãos e a palavra nos lábios.
Em português arcaico dizia-se, significativamente, güerra, pronúncia que sobrevive no italiano guerra. O inglês entrou na ciranda a partir do século XII, tendo sindo contaminado pelo francês arcaico werre, que se materializaria em war para os ingleses e guerre para os franceses. Curiosamente, a raiz sobrevive em alemão apenas em termos como wirr, “turbulento, labiríntico, confuso” e wurst, “salsicha” – pela denotação de “mistura”.
O que me faz lembrar que as guerras são como salsichas. Para você engolir é melhor não saber como são feitas.
A importação da guerra
Por PAULO BRABO
Aqui no Brasil, como é notório, devemos nosso idioma e grande parte da nossa cultura ao mundo de fala latina do Império Romano. Somos filhos dos césares, dos papas e dos gladiadores, e falamos quase literalmente a sua língua.
Mas as palavras são marinheiros promíscuos que deixam às vezes mais de um filho em cada porto. Nos seus embates freqüentes com o mundo latino, os loiros germanos (que ocupavam a Europa central e provocavam constantemente as fronteiras do Império Romano) desovaram entre nossos antepassados uma palavra que alastrou-se como vírus, acabou desbancando o termo latino original e atravessou os séculos para acomodar-se impunemente nas nossas manchetes. A palavra-vírus era werra – que acabou gerando, por linhas tortas, tanto o nosso “guerra” quanto o inglês “war”.
No quinto ou sexto século depois de Cristo o sonoro werra, da raiz indo-européia para “confusão, mistura, discórdia, revolta”, já havia derrubado no latim vulgar o termo latino para guerra – bellum, cuja influência entre nós limita-se a correlatos eruditos como bélico, belicoso e belicismo.
Ignoramos os verdadeiros motivos que levaram os latinos a abandonarem o nativo bellum em favor do importado werra. Alguns supõem que tenha sido a competição desleal de outro termo latino de som semelhante mas significado muito diverso: bellus, “bonito,” que sobreviveu no nosso “belo”. Na disputa entre as marcas, bellus se perpetuou e bellum conformou-se em ressuscitar sob outro nome de fantasia – para que não caíssemos talvez na fria de imaginar que há algo de belo a respeito de bellum/guerra. Werra possuía a vantagem adicional, penso eu, de ter (ao contrário do pedante bellum) vocação para grito de guerra; não é difícil imaginar um exército de germanos despencando-se na direção da câmera com macetes nas mãos e a palavra nos lábios.
Em português arcaico dizia-se, significativamente, güerra, pronúncia que sobrevive no italiano guerra. O inglês entrou na ciranda a partir do século XII, tendo sindo contaminado pelo francês arcaico werre, que se materializaria em war para os ingleses e guerre para os franceses. Curiosamente, a raiz sobrevive em alemão apenas em termos como wirr, “turbulento, labiríntico, confuso” e wurst, “salsicha” – pela denotação de “mistura”.
O que me faz lembrar que as guerras são como salsichas. Para você engolir é melhor não saber como são feitas.
sábado, 22 de agosto de 2009
terça-feira, 18 de agosto de 2009
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
HINO AO AMOR
Que o amor cresça sempre em graça e força
E ultrapasse os portais do coração
Seja ouvido, seja visto alem dos olhos,
Seja mais, muito mais do que a razão
Que o amor fale sempre de esperança
Mesmo se tudo sugerir que não
Que ele mostre sempre onde existe um porto
Pois o amor é bem mais que emoção!
E ultrapasse os portais do coração
Seja ouvido, seja visto alem dos olhos,
Seja mais, muito mais do que a razão
Que o amor fale sempre de esperança
Mesmo se tudo sugerir que não
Que ele mostre sempre onde existe um porto
Pois o amor é bem mais que emoção!
I'LL SEE YOU IN MY DREAMS...
Te verei em meus sonhos
E lhe abraçarei em meus sonhos
Alguém tirou-te de meus braços
Ainda sinto o arrepio de seus toques
Lábios que uma vez foram meus
Olhos ternos que brilhavam
Eles iluminarão meu caminho esta noite
Te verei em meus sonhos
Oh, alguém tirou-te de meus braços
Ainda sinto o arrepio de seus toques
Lábios que uma vez foram meus
Olhos tenros que brilhavam
Eles iluminarão meu caminho esta noite
Te verei em meus sonhos
E lhe abraçarei em meus sonhos
Alguém tirou-te de meus braços
Ainda sinto o arrepio de seus toques
Lábios que uma vez foram meus
Olhos ternos que brilhavam
Eles iluminarão meu caminho esta noite
Te verei em meus sonhos
Oh, alguém tirou-te de meus braços
Ainda sinto o arrepio de seus toques
Lábios que uma vez foram meus
Olhos tenros que brilhavam
Eles iluminarão meu caminho esta noite
Te verei em meus sonhos
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
SUGESTÕES
Salve a todos, estou meio atrasadão em atualizar o meu blog, mas..., em breve vou estar postando mais coisas, enquanto isso quero sugerir o blog de um grande amigo meu, o Bony (pra quem não conhece)... é o Flor de Farinha, tem muita coisa interessante por lá, vale a pena conferir e aproveitando essa sugestão já engato outra... o site Bacia das Almas, do Paulo Purim, também é bem bacana. É isso aí, em breve retorno com a programação Anormal.
terça-feira, 30 de junho de 2009
sábado, 20 de junho de 2009
MY BABY BLUE (GREEN)
My Baby Blue
Dave Matthews Band
Composição: Dave Matthews Band
Confess your kiss still knocks me off my legs
First time I saw you I got punched right through my chest
I will forever 'cause you'll forever be
My one true broken heart
Pieces inside of me and you forever
My baby
You will rest your head, your strength once saving
And when you wake you will fly away
Holding tight to the legs of all your angels
Goodbye my love
Into your blue, blue eyes
Your blue, blue world
You're my baby blue
Confess I'm not quite ready to be let
Still I know I give my level best
You give, you give, to this I can atest
You made me, you made me
You and me forever, baby
You will rest your head your strenght once saving
And when you wake you will fly away
Holding tight to the legs of all your angels
Goodbye my love
Into your blue, blue eyes
In your blue, blue world
You and me forever
You will rest your head your strenght once saving
And when you wake you will fly away
Holding tight to the legs of all your angels
Goodbye my love
Into your blue, blue eyes
Your blue, blue world
Your blue, blue eyes
In your blue, blue world
You and me forever.
Dave Matthews Band
Composição: Dave Matthews Band
Confess your kiss still knocks me off my legs
First time I saw you I got punched right through my chest
I will forever 'cause you'll forever be
My one true broken heart
Pieces inside of me and you forever
My baby
You will rest your head, your strength once saving
And when you wake you will fly away
Holding tight to the legs of all your angels
Goodbye my love
Into your blue, blue eyes
Your blue, blue world
You're my baby blue
Confess I'm not quite ready to be let
Still I know I give my level best
You give, you give, to this I can atest
You made me, you made me
You and me forever, baby
You will rest your head your strenght once saving
And when you wake you will fly away
Holding tight to the legs of all your angels
Goodbye my love
Into your blue, blue eyes
In your blue, blue world
You and me forever
You will rest your head your strenght once saving
And when you wake you will fly away
Holding tight to the legs of all your angels
Goodbye my love
Into your blue, blue eyes
Your blue, blue world
Your blue, blue eyes
In your blue, blue world
You and me forever.
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